net art, video, performance

Annie Abrahams

Ours Lingages – Documentation

Ours Lingages
Performance by
Annie Abrahams concept, script, reading, singing

with
Daniel Pinheiro computing, dancing, singing, video editing
Isabel Costa dancing, reading
Igor Stromajer {0§n–3¦é×F= Miá†} soundpoem in Portuguese
Outranspo – Lily Robert-Foley, Camille Bloomfield and Jonathan Baillehache reawriting
Jan de Weille reawriting
Rui Torres translation
Helen Varley Jamieson tchat queen
Anna Tolkacheva live video capturing
Public volunteers holding Isabel Costa upside down
All breathing

21/07 2017 10.15 PM, Mosteiro de São Bento da Vitória, Porto,
Electronic Literature Organisation conference ELO 2017.

Announcement

Script .pdf

We nooses tous des bastardi elettronici che usano lingue globali cinematographic archive of the readingclub session.

internetMae

Nossos Lingagens. A internet é a minha língua mãe. Eu falo com uma voz que não é a minha, eu falo em outras vozes, não na minha voz. Somos todos e-stranhos, todos nómadas que usam línguas bastardas globais. Nós somos xs alienadxs traduzidxs homem/mulher entre o código e a emoção, entre o nosso desejo de estar visível e a nossa saudade da intimidade. L’entre-deux = void. Não podemos estar “com” em vez disso?
A tradução é uma alegria, desde que possamos aceitar as imperfeições do resultado, estando dispostos a aprender, a gastar tempo, a prestar atenção, a assumir riscos e a aceitar a nossa própria incompletude e falhas. A tradução está sempre a falhar, defeituosa, é uma fonte de confusão… e de descobertas. Ela constrói uma terceira linguagem/língua; um outro estar-entre, e depois um quarto, e depois… O melhor será não levar nada como garantido e brincar/jogar com isso. Sê aquele que olha não para o que algo é, mas para o que algo pode fazer.
Tens que aceitar (ALGUMAS vezes). Algumas vezes. Nova linguagem. Vamos tentar estar “com”.

Ours Lingages. The internet is my language mother. I speak with a voice that’s not my own, I speak in other voices, not my voice. We are all e-strangers, all nomads that use globish bastard languages. We are the alienated translated (wo)men in-between code and emotion, in-between our wish to be visible and our longing for intimacy. L’entre-deux = void. Can’t we be “with” instead?
Translation is a joy as long as you can accept the imperfections of the result, are willing to learn, to spend time, to pay attention, to take risks and to accept your own incompleteness and glitches. Translation is always failing, faulty, it’s a source for confusion … and discovery. It opens a third language; another in-between, and then a fourth and … Better take nothing for granted and play with it. Be the one not looking at what something is, but at what something can do.
You have to accept (a FEW times). A few times. New language. Let’s try to be “with”.

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Filed under: Collective writing, Conference / lecture, e-literature, Performance, , , , , , , , , , , , ,

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